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A COMUNICAÇÃO QUE A GENTE VIVE. E ESCREVE.


Um Dendê na Comunicação Digital: a importância das práticas pedagógicas da Olabisi – Laboratório Criativo
Resumo Este artigo analisa a trajetória da Olabisi – Laboratório Criativo, uma startup de impacto social que atua na interseção entre comunicação antirracista e educação, com foco no empoderamento de afroempreendedores no Brasil. A partir de uma abordagem interdisciplinar, discutimos como a comunicação digital pode funcionar como uma ferramenta poderosa para a autonomia financeira e a inclusão social de pessoas negras, especialmente no contexto brasileiro, marcado por desigua

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11 de jun.13 min de leitura


A MÍDIA NEGRA ENQUANTO DISPOSITIVO COMUNICACIONAL ESTRATÉGICO NAS MOBILIZAÇÕES COLETIVAS
Resumo Este ensaio faz uma breve introdução aos estudos sobre as mídias negras, a partir de seu papel estratégico nas lutas emancipatórias e na preservação da memória, tradições e saberes dos povos negro-africanos. Nosso mirante de investigação parte das bases epistemológicas oferecidas pelo paradigma da Afrocentricidade (ASANTE, 2009; MAZAMA, 2009), compreendendo a agência negro-africana e a África como epicentro das nossas análises. Trata-se de um experimento sankofa, que n

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3 de jun.10 min de leitura


Rádio e TV Quilombo: comunicação ancestral como estratégia e herança quilombola
O objetivo é refletir, a partir do relato e da memória, sobre a Comunicação Ancestral, tendo como fundamento a importância da Rádio e TV Quilombo Rampa, atualmente, o primeiro e maior veículo de comunicação feito por, para e com a população quilombola. Discutiremos a importância da tecnologia ancestral para a continuidade das práticas culturais quilombolas e suas formas criativas de invenção, bem como a importância de estimular a juventude a se reconhecer nos processos da com

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19 de mai.15 min de leitura


Reescrever, Ressignificar, Renomear: por uma comunicação antirracista na América Latina
Introdução Na América Latina, a persistência do racismo estrutural manifesta-se em discursos midiáticos, tecnológicos e educacionais que, por vezes, reproduzem a exclusão racial e a invisibilização de comunidades afrodescendentes e indígenas. Este artigo investiga a ética comunicacional antirracista na região e propõe um marco analítico baseado em três processos transformadores: • Reescrever: redefinir e contrapor narrativas hegemônicas por meio de mídias alternativas, ativis

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5 de mai.7 min de leitura


O Jornalismo do Correio Nagô: experiênciasde comunicação comunitária, independente e midiativista em Salvador-BA
Resumo O texto a seguir apresenta a trajetória do portal Correio Nagô, criado pela organização social sem fins lucrativos Instituto Mídia Étnica, em 2008, na cidade de Salvador, capital da Bahia, território de maioria populacional negra (83,2% de pretos e pardos — PNAD/IBGE, 2022) e reconhecida internacionalmente pelas heranças africanas preservadas na cultura e pelo ativismo negro, expresso em movimentos políticos e expressões artísticas. O Correio Nagô integra uma rede de v

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17 de abr.15 min de leitura


Por uma Outra Globalização: mecnologia, comunicação antirracista e o período popular da história
Resumo O “período popular da história” deixa de ser apenas uma proposição utópica cunhada pelo geógrafo e jornalista negro Milton Santos. A partir da dialética entre o cotidiano e a história no lugar, sobretudo da mecnologia como expressão da essência da relação do homem com o meio, é possível observar a produção de uma outra globalização. Para Santos, a globalização consiste em um processo em disputa: na mesma medida em que se impõe sobre os povos subalternizados e periféric

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8 de abr.22 min de leitura


La Raza Africana a Negrx: breve genealogia da imprensa afro-argentina (1858-2025)
Introdução A história da imprensa negra argentina e as distintas estratégias de comunicação afro-argentinas constituem uma dimensão fundamental para compreender a experiência afro-argentina e o desenvolvimento da consciência racial, política e cultural no país. Desde meados do século XIX até a atualidade, a comunidade afrodescendente argentina tem gerado espaços de comunicação com múltiplas funções: identificação, socialização, visibilização, denúncia do racismo estrutural

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24 de mar.11 min de leitura


Por que o jornalismo ainda teme falar de racismo?
O silêncio não é neutralidade — é estrutura Desde a profissionalização da imprensa no Brasil, as redações foram historicamente ocupadas por homens brancos, de classe média, formados em universidades que reproduzem o mesmo repertório cultural, político e estético. Essa homogeneidade não é um detalhe: ela define o que ganha valor de notícia, de urgência e de credibilidade. Como importa sempre lembrar, não há narrativa inocente. A notícia é um recorte do mundo e, por isso, é sem

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17 de nov. de 20253 min de leitura


União Africana se une a movimento global e exige mapas que mostrem a verdadeira dimensão da África
Campanha internacional busca substituir a projeção de Mercator, que encolhe a África e amplia Europa e América do Norte: “maior campanha de desinformação já feita” Campanha internacional busca corrigir distorções históricas que diminuem a África nos mapas-múndi. Foto: Reuters Commbne, 26 de Agosto de 2025 - A União Africana aderiu, no último dia 18, à campanha Correct The Map (“Corrijam o mapa”, em inglês), que pede o fim do uso da projeção de Mercator nos mapas-múndi. A ini

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26 de ago. de 20252 min de leitura


Os impactos da adultização na vida de crianças negras
Por Laura Beatriz Commbne, 19 de agosto de 2025 - O recente vídeo publicado pelo criador de conteúdo Felca escancarou algo que há muito tempo precisa ser dito: as redes sociais falham em proteger as crianças. Mas o problema é ainda mais profundo e não se limita à internet. Ele está enraizado em uma prática antiga, estrutural e naturalizada: a adultização da infância, um processo social que afeta de forma ainda mais dura as crianças negras no Brasil. O que é adultização? A ad

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19 de ago. de 20253 min de leitura


Presença, dados e ausências: a negritude na América Latina
“Somos parte da América Latina e também somos o que ela tenta esconder.” - Olhares Negros, Commbne Por Laura Beatriz Commbne, 23 de...

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23 de jul. de 20253 min de leitura


Maior país do continente africano, Sudão é um dos piores países do mundo para jornalistas, revela relatório internacional
Ranking 2025 da Repórteres sem Fronteiras revela cenário extremo de repressão à imprensa no país em guerra, onde jornalistas são alvos da...

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17 de jun. de 20253 min de leitura


Governos lusófonos na África reprimem jornalistas com leis da era colonial
Organizações internacionais denunciam uso político de legislações herdadas de Portugal para silenciar a imprensa em ex-colônias...

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16 de mai. de 20253 min de leitura


Assédio judicial e violência de gênero expõe jornalistas da América latina ao risco e à censura
Brasil está entre os países mais perigosos para a imprensa, com ataques físicos, perseguições judiciais e impunidade generalizada Imagem...

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10 de mai. de 20253 min de leitura
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