top of page
A COMUNICAÇÃO QUE A GENTE VIVE. E ESCREVE.


Vias, Vielas e Vozes da América Latina: um continente banhado por África
Caminos, callejones y voces de América Latina: un continente bañado por África Alex Pegna Hercog¹ Resumo Em toda a América Latina, diversas iniciativas provocam o debate sobre as múltiplas identidades do ser “afrolatino”. Em muitos países, essa discussão é atravessada pela afirmação de uma existência afrodescendente historicamente negada. Esse reconhecimento é fundamental para a formulação de políticas públicas com o objetivo de assegurar direitos a uma população que, em todo

Commbne
há 5 dias16 min de leitura


Um Dendê na Comunicação Digital: a importância das práticas pedagógicas da Olabisi – Laboratório Criativo
Resumo Este artigo analisa a trajetória da Olabisi – Laboratório Criativo, uma startup de impacto social que atua na interseção entre comunicação antirracista e educação, com foco no empoderamento de afroempreendedores no Brasil. A partir de uma abordagem interdisciplinar, discutimos como a comunicação digital pode funcionar como uma ferramenta poderosa para a autonomia financeira e a inclusão social de pessoas negras, especialmente no contexto brasileiro, marcado por desigua

Commbne
11 de jun.13 min de leitura


Rádio e TV Quilombo: comunicação ancestral como estratégia e herança quilombola
O objetivo é refletir, a partir do relato e da memória, sobre a Comunicação Ancestral, tendo como fundamento a importância da Rádio e TV Quilombo Rampa, atualmente, o primeiro e maior veículo de comunicação feito por, para e com a população quilombola. Discutiremos a importância da tecnologia ancestral para a continuidade das práticas culturais quilombolas e suas formas criativas de invenção, bem como a importância de estimular a juventude a se reconhecer nos processos da com

Commbne
19 de mai.15 min de leitura


O Jornalismo do Correio Nagô: experiênciasde comunicação comunitária, independente e midiativista em Salvador-BA
Resumo O texto a seguir apresenta a trajetória do portal Correio Nagô, criado pela organização social sem fins lucrativos Instituto Mídia Étnica, em 2008, na cidade de Salvador, capital da Bahia, território de maioria populacional negra (83,2% de pretos e pardos — PNAD/IBGE, 2022) e reconhecida internacionalmente pelas heranças africanas preservadas na cultura e pelo ativismo negro, expresso em movimentos políticos e expressões artísticas. O Correio Nagô integra uma rede de v

Commbne
17 de abr.15 min de leitura


Por uma Outra Globalização: mecnologia, comunicação antirracista e o período popular da história
Resumo O “período popular da história” deixa de ser apenas uma proposição utópica cunhada pelo geógrafo e jornalista negro Milton Santos. A partir da dialética entre o cotidiano e a história no lugar, sobretudo da mecnologia como expressão da essência da relação do homem com o meio, é possível observar a produção de uma outra globalização. Para Santos, a globalização consiste em um processo em disputa: na mesma medida em que se impõe sobre os povos subalternizados e periféric

Commbne
8 de abr.22 min de leitura


La Raza Africana a Negrx: breve genealogia da imprensa afro-argentina (1858-2025)
Introdução A história da imprensa negra argentina e as distintas estratégias de comunicação afro-argentinas constituem uma dimensão fundamental para compreender a experiência afro-argentina e o desenvolvimento da consciência racial, política e cultural no país. Desde meados do século XIX até a atualidade, a comunidade afrodescendente argentina tem gerado espaços de comunicação com múltiplas funções: identificação, socialização, visibilização, denúncia do racismo estrutural

Commbne
24 de mar.11 min de leitura


Olhares Insurgentes da Améfrica Ladina: lançamento celebra a comunicação antirracista como prática política na América Latina
lançamento do livro Olhares Insurgentes da Améfrica Ladina, publicação que reúne experiências, reflexões e práticas de comunicação antirracista em diferentes territórios da América Latina. O encontro aconteceu na Casa Yaa Idè, em Salvador, e foi marcado por uma roda de conversa potente, atravessada pela pluralidade de vozes e pela troca direta entre comunicadores e comunicadoras negras.

Commbne
9 de fev.2 min de leitura
bottom of page
