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A COMUNICAÇÃO QUE A GENTE VIVE. E ESCREVE.


Reescrever, Ressignificar, Renomear: por uma comunicação antirracista na América Latina
Introdução Na América Latina, a persistência do racismo estrutural manifesta-se em discursos midiáticos, tecnológicos e educacionais que, por vezes, reproduzem a exclusão racial e a invisibilização de comunidades afrodescendentes e indígenas. Este artigo investiga a ética comunicacional antirracista na região e propõe um marco analítico baseado em três processos transformadores: • Reescrever: redefinir e contrapor narrativas hegemônicas por meio de mídias alternativas, ativis

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há 5 dias7 min de leitura


O Jornalismo do Correio Nagô: experiênciasde comunicação comunitária, independente e midiativista em Salvador-BA
Resumo O texto a seguir apresenta a trajetória do portal Correio Nagô, criado pela organização social sem fins lucrativos Instituto Mídia Étnica, em 2008, na cidade de Salvador, capital da Bahia, território de maioria populacional negra (83,2% de pretos e pardos — PNAD/IBGE, 2022) e reconhecida internacionalmente pelas heranças africanas preservadas na cultura e pelo ativismo negro, expresso em movimentos políticos e expressões artísticas. O Correio Nagô integra uma rede de v

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17 de abr.15 min de leitura


Por uma Outra Globalização: mecnologia, comunicação antirracista e o período popular da história
Resumo O “período popular da história” deixa de ser apenas uma proposição utópica cunhada pelo geógrafo e jornalista negro Milton Santos. A partir da dialética entre o cotidiano e a história no lugar, sobretudo da mecnologia como expressão da essência da relação do homem com o meio, é possível observar a produção de uma outra globalização. Para Santos, a globalização consiste em um processo em disputa: na mesma medida em que se impõe sobre os povos subalternizados e periféric

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8 de abr.22 min de leitura


La Raza Africana a Negrx: breve genealogia da imprensa afro-argentina (1858-2025)
Introdução A história da imprensa negra argentina e as distintas estratégias de comunicação afro-argentinas constituem uma dimensão fundamental para compreender a experiência afro-argentina e o desenvolvimento da consciência racial, política e cultural no país. Desde meados do século XIX até a atualidade, a comunidade afrodescendente argentina tem gerado espaços de comunicação com múltiplas funções: identificação, socialização, visibilização, denúncia do racismo estrutural

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24 de mar.11 min de leitura
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