HISTÓRIAS
ESCUTAR É TAMBÉM COMUNICAR. E TODA HISTÓRIA MERECE ESPAÇO.
Nesta seção, reunimos memórias, trajetórias e experiências de pessoas que cruzaram caminhos com o Instituto Commbne. São relatos que não cabem em estatísticas, mas dizem muito sobre presença, afeto, enfrentamento e criação de futuro.
As histórias que contamos aqui são múltiplas — de quem forma e é formado, de quem comunica com o corpo, com a palavra ou com o território. Elas não são “casos de sucesso”. São testemunhos de transformação coletiva.
Porque comunicar, para nós, é também registrar o que pulsa nos bastidores, nos corredores, nas escutas e nas alianças.
.png)
“Eu pensava que minha história não servia pra nada. Hoje ela é minha arma.”
Naira é poeta e arte-educadora da Zona Sul de São Paulo. Durante uma formação promovida pelo Instituto Commbne, ela encontrou espaço para transformar vivências em palavra e ação. Através da escuta coletiva e das trocas entre mulheres negras, desenvolveu oficinas de poesia falada em escolas e ocupações culturais. Hoje, integra um coletivo de comunicação periférica e segue semeando processos de autonomia e expressão.
Naira Santos
Participante do projeto de formação em comunicação antirracista. São Paulo – SP
.png)
“Estar na rede Commbne é ter a certeza de que não estou sozinho.”
Carlos é comunicador popular e membro de uma rádio comunitária em Recife. Em 2023, ele foi convidado a integrar a rede de intercâmbio do Instituto Commbne com comunicadores da diáspora. A conexão permitiu que ele levasse pautas locais para espaços nacionais, articulando debates sobre segurança pública, juventude negra e direito à comunicação em periferias urbanas.
Carlos Oliveira
Comunicador integrante da rede de intercâmbio do Instituto Commbne. Recife – Pernambuco
.png)
“A oficina me mostrou que eu tenho o direito de falar — e que minha voz é ferramenta.”
Vitória tem 19 anos, mora no Subúrbio Ferroviário e participou de uma formação promovida pelo Instituto Commbne em parceria com coletivos de juventude da região. A partir da experiência, passou a produzir conteúdo nas redes para falar de cultura afro-brasileira e denunciar desigualdades vividas em seu bairro. Hoje, é mobilizadora comunitária e sonha em cursar jornalismo.
